<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Josue Junior : Fotografia</title>
	<atom:link href="http://www.josuejunior.com/blog/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.josuejunior.com/blog</link>
	<description>Portfólio</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Mar 2012 18:59:36 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Olhares da Perda</title>
		<link>http://www.josuejunior.com/blog/?p=687</link>
		<comments>http://www.josuejunior.com/blog/?p=687#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 18:53:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josué Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Olhares da perda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.josuejunior.com/blog/?p=687</guid>
		<description><![CDATA[O nosso olhar, isso é o que carregamos de mais importante no nosso semblante. Já diziam filósofos da antiguidade que ‘os olhos são portais da alma’. E quando bate o sofrimento este olhar se perde no vazio. Chega a doer em nosso coração quando vemos alguém que hoje sofre, não calado, mas de forma silenciosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nosso olhar, isso é o que carregamos de mais importante no nosso  semblante. Já diziam filósofos da antiguidade que ‘os olhos são portais  da alma’. E quando bate o sofrimento este olhar se perde no vazio. Chega  a doer em nosso coração quando vemos alguém que hoje sofre, não calado,  mas de forma silenciosa através do olhar.</p>
<p>Ao acompanhar meu marido, o fotógrafo deste projeto, fiquei com a  incumbência de aproximar–me das pessoas para conversar e coletar várias  informações necessárias para o projeto. Foi o que fiz, e assim que  comecei pude sentir cada olhar de tristeza, de dor, de perda. Claro que  não foi possível sentir a dor de cada um, mas pude captar quão profunda  pode ir uma dor de perder alguém que se ama, seja um filho, um irmão, um  neto, um amigo…Quantas lágrimas eu vi derramarem ao citarem seus entes  queridos, e as falas como foram carregadas de uma emoção única, difícil   para eu expressar aqui.Apesar de certa forma eu já trabalhar com o  sofrimento e até com perdas,pois sou psicóloga, nunca tinha estado tão  perto de uma dor tão profunda, ímpar! Na verdade, é uma dor que chega a  nos tocar, porque as perdas que captei através do olhar e da fala  daquelas pessoas não foram dores de doenças,ou outras formas que podem  ocorrer conosco, mas a dor de terem tirado de forma violenta alguém  saudável, que fazia parte do dia-a-dia daquelas pessoas. Percebi que  isso doía de uma forma específica. Cada olhar e cada fala calou fundo em  meu coração, e muitas vezes, eu uma psicóloga formada e que trabalha  com pessoas a tanto tempo, cheguei a ficar sem saber o que dizer para  tentar amenizar ou dar um conforto àqueles que estavam ali na minha  frente sofrendo, chorando e dizendo “Tiraram meu tesouro, minha vida,  minha razão de viver!”, “Até hoje não sei como aconteceu ,mas nada foi  feito!”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.josuejunior.com/blog/?feed=rss2&#038;p=687</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Olhares da Perda</title>
		<link>http://www.josuejunior.com/blog/?p=684</link>
		<comments>http://www.josuejunior.com/blog/?p=684#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 18:52:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josué Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Olhares da perda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.josuejunior.com/blog/?p=684</guid>
		<description><![CDATA[O nosso olhar, isso é o que carregamos de mais importante no nosso semblante. Já diziam filósofos da antiguidade que ‘os olhos são portais da alma’. E quando bate o sofrimento este olhar se perde no vazio. Chega a doer em nosso coração quando vemos alguém que hoje sofre, não calado, mas de forma silenciosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nosso olhar, isso é o que carregamos de mais importante no nosso  semblante. Já diziam filósofos da antiguidade que ‘os olhos são portais  da alma’. E quando bate o sofrimento este olhar se perde no vazio. Chega  a doer em nosso coração quando vemos alguém que hoje sofre, não calado,  mas de forma silenciosa através do olhar.</p>
<p>Ao acompanhar meu marido, o fotógrafo deste projeto, fiquei com a  incumbência de aproximar–me das pessoas para conversar e coletar várias  informações necessárias para o projeto. Foi o que fiz, e assim que  comecei pude sentir cada olhar de tristeza, de dor, de perda. Claro que  não foi possível sentir a dor de cada um, mas pude captar quão profunda  pode ir uma dor de perder alguém que se ama, seja um filho, um irmão, um  neto, um amigo…Quantas lágrimas eu vi derramarem ao citarem seus entes  queridos, e as falas como foram carregadas de uma emoção única, difícil   para eu expressar aqui.Apesar de certa forma eu já trabalhar com o  sofrimento e até com perdas,pois sou psicóloga, nunca tinha estado tão  perto de uma dor tão profunda, ímpar! Na verdade, é uma dor que chega a  nos tocar, porque as perdas que captei através do olhar e da fala  daquelas pessoas não foram dores de doenças,ou outras formas que podem  ocorrer conosco, mas a dor de terem tirado de forma violenta alguém  saudável, que fazia parte do dia-a-dia daquelas pessoas. Percebi que  isso doía de uma forma específica. Cada olhar e cada fala calou fundo em  meu coração, e muitas vezes, eu uma psicóloga formada e que trabalha  com pessoas a tanto tempo, cheguei a ficar sem saber o que dizer para  tentar amenizar ou dar um conforto àqueles que estavam ali na minha  frente sofrendo, chorando e dizendo “Tiraram meu tesouro, minha vida,  minha razão de viver!”, “Até hoje não sei como aconteceu ,mas nada foi  feito!”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.josuejunior.com/blog/?feed=rss2&#038;p=684</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Olhares da Perda</title>
		<link>http://www.josuejunior.com/blog/?p=676</link>
		<comments>http://www.josuejunior.com/blog/?p=676#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 18:43:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josué Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Olhares da perda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.josuejunior.com/blog/?p=676</guid>
		<description><![CDATA[O nosso olhar, isso é o que carregamos de mais importante no nosso semblante. Já diziam filósofos da antiguidade que ‘os olhos são portais da alma’. E quando bate o sofrimento este olhar se perde no vazio. Chega a doer em nosso coração quando vemos alguém que hoje sofre, não calado, mas de forma silenciosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nosso olhar, isso é o que carregamos de mais importante no nosso  semblante. Já diziam filósofos da antiguidade que ‘os olhos são portais  da alma’. E quando bate o sofrimento este olhar se perde no vazio. Chega  a doer em nosso coração quando vemos alguém que hoje sofre, não calado,  mas de forma silenciosa através do olhar.</p>
<p>Ao acompanhar meu marido, o fotógrafo deste projeto, fiquei com a  incumbência de aproximar–me das pessoas para conversar e coletar várias  informações necessárias para o projeto. Foi o que fiz, e assim que  comecei pude sentir cada olhar de tristeza, de dor, de perda. Claro que  não foi possível sentir a dor de cada um, mas pude captar quão profunda  pode ir uma dor de perder alguém que se ama, seja um filho, um irmão, um  neto, um amigo…Quantas lágrimas eu vi derramarem ao citarem seus entes  queridos, e as falas como foram carregadas de uma emoção única, difícil   para eu expressar aqui.Apesar de certa forma eu já trabalhar com o  sofrimento e até com perdas,pois sou psicóloga, nunca tinha estado tão  perto de uma dor tão profunda, ímpar! Na verdade, é uma dor que chega a  nos tocar, porque as perdas que captei através do olhar e da fala  daquelas pessoas não foram dores de doenças,ou outras formas que podem  ocorrer conosco, mas a dor de terem tirado de forma violenta alguém  saudável, que fazia parte do dia-a-dia daquelas pessoas. Percebi que  isso doía de uma forma específica. Cada olhar e cada fala calou fundo em  meu coração, e muitas vezes, eu uma psicóloga formada e que trabalha  com pessoas a tanto tempo, cheguei a ficar sem saber o que dizer para  tentar amenizar ou dar um conforto àqueles que estavam ali na minha  frente sofrendo, chorando e dizendo “Tiraram meu tesouro, minha vida,  minha razão de viver!”, “Até hoje não sei como aconteceu ,mas nada foi  feito!”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.josuejunior.com/blog/?feed=rss2&#038;p=676</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Olhares da Perda</title>
		<link>http://www.josuejunior.com/blog/?p=673</link>
		<comments>http://www.josuejunior.com/blog/?p=673#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 18:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josué Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Olhares da perda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.josuejunior.com/blog/?p=673</guid>
		<description><![CDATA[O nosso olhar, isso é o que carregamos de mais importante no nosso semblante. Já diziam filósofos da antiguidade que ‘os olhos são portais da alma’. E quando bate o sofrimento este olhar se perde no vazio. Chega a doer em nosso coração quando vemos alguém que hoje sofre, não calado, mas de forma silenciosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nosso olhar, isso é o que carregamos de mais importante no nosso  semblante. Já diziam filósofos da antiguidade que ‘os olhos são portais  da alma’. E quando bate o sofrimento este olhar se perde no vazio. Chega  a doer em nosso coração quando vemos alguém que hoje sofre, não calado,  mas de forma silenciosa através do olhar.</p>
<p>Ao acompanhar meu marido, o fotógrafo deste projeto, fiquei com a  incumbência de aproximar–me das pessoas para conversar e coletar várias  informações necessárias para o projeto. Foi o que fiz, e assim que  comecei pude sentir cada olhar de tristeza, de dor, de perda. Claro que  não foi possível sentir a dor de cada um, mas pude captar quão profunda  pode ir uma dor de perder alguém que se ama, seja um filho, um irmão, um  neto, um amigo…Quantas lágrimas eu vi derramarem ao citarem seus entes  queridos, e as falas como foram carregadas de uma emoção única, difícil   para eu expressar aqui.Apesar de certa forma eu já trabalhar com o  sofrimento e até com perdas,pois sou psicóloga, nunca tinha estado tão  perto de uma dor tão profunda, ímpar! Na verdade, é uma dor que chega a  nos tocar, porque as perdas que captei através do olhar e da fala  daquelas pessoas não foram dores de doenças,ou outras formas que podem  ocorrer conosco, mas a dor de terem tirado de forma violenta alguém  saudável, que fazia parte do dia-a-dia daquelas pessoas. Percebi que  isso doía de uma forma específica. Cada olhar e cada fala calou fundo em  meu coração, e muitas vezes, eu uma psicóloga formada e que trabalha  com pessoas a tanto tempo, cheguei a ficar sem saber o que dizer para  tentar amenizar ou dar um conforto àqueles que estavam ali na minha  frente sofrendo, chorando e dizendo “Tiraram meu tesouro, minha vida,  minha razão de viver!”, “Até hoje não sei como aconteceu ,mas nada foi  feito!”.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.josuejunior.com/blog/?feed=rss2&#038;p=673</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Olhares da Perda</title>
		<link>http://www.josuejunior.com/blog/?p=669</link>
		<comments>http://www.josuejunior.com/blog/?p=669#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 18:37:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josué Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Olhares da perda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.josuejunior.com/blog/?p=669</guid>
		<description><![CDATA[O nosso olhar, isso é o que carregamos de mais importante no nosso semblante. Já diziam filósofos da antiguidade que ‘os olhos são portais da alma’. E quando bate o sofrimento este olhar se perde no vazio. Chega a doer em nosso coração quando vemos alguém que hoje sofre, não calado, mas de forma silenciosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nosso olhar, isso é o que carregamos de mais importante no nosso  semblante. Já diziam filósofos da antiguidade que ‘os olhos são portais  da alma’. E quando bate o sofrimento este olhar se perde no vazio. Chega  a doer em nosso coração quando vemos alguém que hoje sofre, não calado,  mas de forma silenciosa através do olhar.</p>
<p>Ao acompanhar meu marido, o fotógrafo deste projeto, fiquei com a  incumbência de aproximar–me das pessoas para conversar e coletar várias  informações necessárias para o projeto. Foi o que fiz, e assim que  comecei pude sentir cada olhar de tristeza, de dor, de perda. Claro que  não foi possível sentir a dor de cada um, mas pude captar quão profunda  pode ir uma dor de perder alguém que se ama, seja um filho, um irmão, um  neto, um amigo…Quantas lágrimas eu vi derramarem ao citarem seus entes  queridos, e as falas como foram carregadas de uma emoção única, difícil   para eu expressar aqui.Apesar de certa forma eu já trabalhar com o  sofrimento e até com perdas,pois sou psicóloga, nunca tinha estado tão  perto de uma dor tão profunda, ímpar! Na verdade, é uma dor que chega a  nos tocar, porque as perdas que captei através do olhar e da fala  daquelas pessoas não foram dores de doenças,ou outras formas que podem  ocorrer conosco, mas a dor de terem tirado de forma violenta alguém  saudável, que fazia parte do dia-a-dia daquelas pessoas. Percebi que  isso doía de uma forma específica. Cada olhar e cada fala calou fundo em  meu coração, e muitas vezes, eu uma psicóloga formada e que trabalha  com pessoas a tanto tempo, cheguei a ficar sem saber o que dizer para  tentar amenizar ou dar um conforto àqueles que estavam ali na minha  frente sofrendo, chorando e dizendo “Tiraram meu tesouro, minha vida,  minha razão de viver!”, “Até hoje não sei como aconteceu ,mas nada foi  feito!”.<a href="http://www.josuejunior.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/olharesdaperda40_640x428.jpg" rel="lightbox[669]"><img class="alignnone size-full wp-image-670" title="olharesdaperda40_640x428" src="http://www.josuejunior.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/olharesdaperda40_640x428.jpg" alt="" width="640" height="428" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.josuejunior.com/blog/?feed=rss2&#038;p=669</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Olhares da perda</title>
		<link>http://www.josuejunior.com/blog/?p=665</link>
		<comments>http://www.josuejunior.com/blog/?p=665#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 18:32:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josué Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Olhares da perda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.josuejunior.com/blog/?p=665</guid>
		<description><![CDATA[O nosso olhar, isso é o que carregamos de mais importante no nosso semblante. Já diziam filósofos da antiguidade que ‘os olhos são portais da alma’. E quando bate o sofrimento este olhar se perde no vazio. Chega a doer em nosso coração quando vemos alguém que hoje sofre, não calado, mas de forma silenciosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O nosso olhar, isso é o que carregamos de mais importante no nosso  semblante. Já diziam filósofos da antiguidade que ‘os olhos são portais  da alma’. E quando bate o sofrimento este olhar se perde no vazio. Chega  a doer em nosso coração quando vemos alguém que hoje sofre, não calado,  mas de forma silenciosa através do olhar.</p>
<p>Ao acompanhar meu marido, o fotógrafo deste projeto, fiquei com a  incumbência de aproximar–me das pessoas para conversar e coletar várias  informações necessárias para o projeto. Foi o que fiz, e assim que  comecei pude sentir cada olhar de tristeza, de dor, de perda. Claro que  não foi possível sentir a dor de cada um, mas pude captar quão profunda  pode ir uma dor de perder alguém que se ama, seja um filho, um irmão, um  neto, um amigo…Quantas lágrimas eu vi derramarem ao citarem seus entes  queridos, e as falas como foram carregadas de uma emoção única, difícil   para eu expressar aqui.Apesar de certa forma eu já trabalhar com o  sofrimento e até com perdas,pois sou psicóloga, nunca tinha estado tão  perto de uma dor tão profunda, ímpar! Na verdade, é uma dor que chega a  nos tocar, porque as perdas que captei através do olhar e da fala  daquelas pessoas não foram dores de doenças,ou outras formas que podem  ocorrer conosco, mas a dor de terem tirado de forma violenta alguém  saudável, que fazia parte do dia-a-dia daquelas pessoas. Percebi que  isso doía de uma forma específica. Cada olhar e cada fala calou fundo em  meu coração, e muitas vezes, eu uma psicóloga formada e que trabalha  com pessoas a tanto tempo, cheguei a ficar sem saber o que dizer para  tentar amenizar ou dar um conforto àqueles que estavam ali na minha  frente sofrendo, chorando e dizendo “Tiraram meu tesouro, minha vida,  minha razão de viver!”, “Até hoje não sei como aconteceu ,mas nada foi  feito!”.<a href="http://www.josuejunior.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/olharesdaperda28_640x343.jpg" rel="lightbox[665]"><img class="alignnone size-full wp-image-666" title="olharesdaperda28_640x343" src="http://www.josuejunior.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/olharesdaperda28_640x343.jpg" alt="" width="640" height="343" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.josuejunior.com/blog/?feed=rss2&#038;p=665</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cidades em concreto &#8211; Photo 11</title>
		<link>http://www.josuejunior.com/blog/?p=654</link>
		<comments>http://www.josuejunior.com/blog/?p=654#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 18:03:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josué Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades em concreto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.josuejunior.com/blog/?p=654</guid>
		<description><![CDATA[In a day of sun and just walking down the street like someone who wants nothing, armed with my camera, I saw a city specifically built by man, something common nowadays. The man is a rational being ready to build and destroy whatever it is, but my vision was planted over a walkway facing a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">In a day of sun and just walking down the street like someone who wants nothing, armed with my camera, I saw a city specifically built by man, something common nowadays.<br />
The man is a rational being ready to build and destroy whatever it is, but my vision was planted over a walkway facing a lonely town, though full of routines and day-to-day. She sits there and recorded at that moment not a town or a street or a pedestrian who went there rushed or scared of your time to work, but rather, a giant concrete wall and ready to swallow whoever was around. Here I was ready to get my best side of a majestic and prolific body of concrete. And so I saw the Central Brasil.Esta was the first photo of this project where I try to put the concrete city within a harmonic way, even having to use some artifice of color and contrast but surely, trying to stay faithful to one only color tone.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.josuejunior.com/blog/?feed=rss2&#038;p=654</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cidades em concreto &#8211;  Photo 12</title>
		<link>http://www.josuejunior.com/blog/?p=651</link>
		<comments>http://www.josuejunior.com/blog/?p=651#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 18:02:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josué Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades em concreto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.josuejunior.com/blog/?p=651</guid>
		<description><![CDATA[In a day of sun and just walking down the street like someone who wants nothing, armed with my camera, I saw a city specifically built by man, something common nowadays. The man is a rational being ready to build and destroy whatever it is, but my vision was planted over a walkway facing a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>In a day of sun and just walking down the street like someone who wants nothing, armed with my camera, I saw a city specifically built by man, something common nowadays.<br />
The man is a rational being ready to build and destroy whatever it is, but my vision was planted over a walkway facing a lonely town, though full of routines and day-to-day. She sits there and recorded at that moment not a town or a street or a pedestrian who went there rushed or scared of your time to work, but rather, a giant concrete wall and ready to swallow whoever was around. Here I was ready to get my best side of a majestic and prolific body of concrete. And so I saw the Central Brasil.Esta was the first photo of this project where I try to put the concrete city within a harmonic way, even having to use some artifice of color and contrast but surely, trying to stay faithful to one only color tone.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.josuejunior.com/blog/?feed=rss2&#038;p=651</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cidades em concreto &#8211; Photo 13</title>
		<link>http://www.josuejunior.com/blog/?p=597</link>
		<comments>http://www.josuejunior.com/blog/?p=597#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 17:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josué Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades em concreto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.josuejunior.com/blog/?p=597</guid>
		<description><![CDATA[In a day of sun and just walking down the street like someone who wants nothing, armed with my camera, I saw a city specifically built by man, something common nowadays. The man is a rational being ready to build and destroy whatever it is, but my vision was planted over a walkway facing a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>In a day of sun and just walking down the street like someone who wants nothing, armed with my camera, I saw a city specifically built by man, something common nowadays.<br />
The man is a rational being ready to build and destroy whatever it is, but my vision was planted over a walkway facing a lonely town, though full of routines and day-to-day. She sits there and recorded at that moment not a town or a street or a pedestrian who went there rushed or scared of your time to work, but rather, a giant concrete wall and ready to swallow whoever was around. Here I was ready to get my best side of a majestic and prolific body of concrete. And so I saw the Central Brasil.Esta was the first photo of this project where I try to put the concrete city within a harmonic way, even having to use some artifice of color and contrast but surely, trying to stay faithful to one only color tone.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.josuejunior.com/blog/?feed=rss2&#038;p=597</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Olhares da perda</title>
		<link>http://www.josuejunior.com/blog/?p=593</link>
		<comments>http://www.josuejunior.com/blog/?p=593#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 19:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Josué Júnior</dc:creator>
				<category><![CDATA[Olhares da perda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.josuejunior.com/blog/?p=593</guid>
		<description><![CDATA[por Crystiani Venuto O nosso olhar, isso é o que carregamos de mais importante no nosso semblante. Já diziam filósofos da antiguidade que ‘os olhos são portais da alma’. E quando bate o sofrimento este olhar se perde no vazio. Chega a doer em nosso coração quando vemos alguém que hoje sofre, não calado, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>por Crystiani Venuto</strong></p>
<p>O nosso olhar, isso é o que carregamos de mais importante no  nosso   semblante. Já diziam filósofos da antiguidade que ‘os olhos são  portais   da alma’. E quando bate o sofrimento este olhar se perde no  vazio.   Chega a doer em nosso coração quando vemos alguém que hoje  sofre, não   calado, mas de forma silenciosa através do olhar.</p>
<p>Ao  acompanhar meu marido, o fotógrafo deste  projeto, fiquei com a   incumbência de aproximar–me das pessoas para  conversar e coletar várias   informações necessárias para o projeto. Foi o  que fiz, e assim que   comecei pude sentir cada olhar de tristeza, de  dor, de perda. Claro que   não foi possível sentir a dor de cada um, mas  pude captar quão  profunda  pode ir uma dor de perder alguém que se ama,  seja um filho,  um irmão,  um neto, um amigo…Quantas lágrimas eu vi  derramarem ao  citarem seus  entes queridos, e as falas como foram  carregadas de uma  emoção única,  difícil  para eu expressar aqui.Apesar  de certa forma eu  já trabalhar  com o sofrimento e até com perdas,pois  sou psicóloga,  nunca tinha  estado tão perto de uma dor tão profunda,  ímpar! Na  verdade, é uma dor  que chega a nos tocar, porque as perdas  que captei  através do olhar e  da fala daquelas pessoas não foram dores  de  doenças,ou outras formas  que podem ocorrer conosco, mas a dor de  terem  tirado de forma violenta  alguém saudável, que fazia parte do   dia-a-dia daquelas pessoas. Percebi  que isso doía de uma forma   específica. Cada olhar e cada fala calou  fundo em meu coração, e muitas   vezes, eu uma psicóloga formada e que  trabalha com pessoas a tanto   tempo, cheguei a ficar sem saber o que  dizer para tentar amenizar ou   dar um conforto àqueles que estavam ali  na minha frente sofrendo,   chorando e dizendo “Tiraram meu tesouro,  minha vida, minha razão de   viver!”, “Até hoje não sei como aconteceu  ,mas nada foi feito!”.</p>
<p>‘Quanta dor!’ era o que eu podia dizer ao terminar cada relato  escrito   no bloco de anotações e era o que eu dizia ao meu marido  depois que   terminávamos. Espero do fundo do meu coração que cada um  que veja estas   fotos possa captar um pouco do que eu captei, não  porque quero que   alguém sinta dor,mas porque sei que através desta  constatação da dor do   outro cada um de nós pode  se conscientizar de  como é importante que   algo seja feito para que tanta dor, tanto olhar  vazio não seja em vão,   que algo dentro do coração de cada um queira  mudar o que está aí fora,   por onde andamos, não esquecendo que estes  olhares poderiam ser o nosso.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.josuejunior.com/blog/?feed=rss2&#038;p=593</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

